A Nova Base Cartográfica Vetorial do Estado do Rio de Janeiro

A Nova Base Cartográfica Vetorial do Estado do Rio de Janeiro

Em fevereiro deste ano foi lançado no portal eletrônico do INEA – Instituto Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro – a nova base cartográfica vetorial contínua do Estado.

rjEla foi fruto de um trabalho que começou em meados da década passada denominado Projeto RJ25K , quando foram realizadas as primeiras ortofotos para construção dessa base contínua, na escala 1:25.000. Participaram diversas instituições, entre elas o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e SEA (Secretaria de Estado do Ambiente de Rio de Janeiro).

Este novo material atualiza uma primeira versão lançada para os gestores públicos do Estado, entre 2010 e 2012. Também constitui um importante material para a gestão ambiental do Estado, executado pelo INEA. Veja mais sobre o assunto aqui!

As decisões do órgão ambiental executivo passaram a contar com uma base oficial do Estado. Com isto, este material se tornou o ponto de partida para as análises, geração de mapas e emissão de documentos oficiais, sendo aproveitadas para as delimitações de unidades de conservação (UCs) e as áreas de preservação permanentes (APPs).

No caso da delimitação de APPs de corpos hídricos, as Faixas Marginais de Proteção (FMPs), tipologia de APP no Estado do Rio de Janeiro, as plantas (tipologia de mapa em grande escala) que apresentam a demarcação da faixa são confeccionadas no Autocad Civil 3D, o principal software usado para este fim.

No Autocad Civil 3D as bases são acessíveis pela aba Planejamento e Análises (Planing and Analisys), além de outras formas de acesso, como através do menu Inserir (Insert), ícones Imagens (Raster) e Vetorial (Vetorial), conforme figura abaixo. Deste modo, é possível adicionar às camadas rasters, de diversos formatos, e vetoriais, em formatos shapes (SHP), tendo perfeita integração com dados criados em outros ambientes SIG (GIS).Ela foi fruto de um trabalho que começou em meados da década passada denominado Projeto RJ25K , quando foram realizadas as primeiras ortofotos para construção dessa base contínua, na escala 1:25.000. Participaram diversas instituições, entre elas o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e SEA (Secretaria de Estado do Ambiente de Rio de Janeiro).
Este novo material atualiza uma primeira versão lançada para os gestores públicos do Estado, entre 2010 e 2012. Também constitui um importante material para a gestão ambiental do Estado, executado pelo INEA. Veja mais sobre o assunto aqui !
As decisões do órgão ambiental executivo passaram a contar com uma base oficial do Estado. Com isto, este material se tornou o ponto de partida para as análises, geração de mapas e emissão de documentos oficiais, sendo aproveitadas para as delimitações de unidades de conservação (UCs) e as áreas de preservação permanentes (APPs).
No caso da delimitação de APPs de corpos hídricos, as Faixas Marginais de Proteção (FMPs), tipologia de APP no Estado do Rio de Janeiro, as plantas (tipologia de mapa em grande escala) que apresentam a demarcação da faixa são confeccionadas no Autocad Civil 3D, o principal software usado para este fim.
No Autocad Civil 3D as bases são acessíveis pela aba Planejamento e Análises (Planing and Analisys), além de outras formas de acesso, como através do menu Inserir (Insert), ícones Imagens (Raster) e Vetorial (Vetorial), conforme figura abaixo. Deste modo, é possível adicionar às camadas rasters, de diversos formatos, e vetoriais, em formatos shapes (SHP), tendo perfeita integração com dados criados em outros ambientes SIG (GIS).

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Figura 1 – Ícones para adicionar camadas (layers) de imagens (Image) e vetores (Map Import).

Deste modo, pode-se afirmar que a compatibilidade e a versatilidade são os principais motivos para o uso do CAD na edição dessas bases. Há outras ferramentas que permitem a edição dos SHPs. Elas podem ser usadas para criação de novos vetores compatíveis com o formato CAD, além de transformar os vetores no formato SHP para serem usados em outros GIS.

Trata-se, portanto, de metodologias modernas na avaliação e planejamento do território público e privado.

Caso possua alguma dúvida em relação a essa ferramenta de GIS, deixe o seu comentário abaixo para saber mais sobre essa potencialidade no mapeamento. Você pode entrar em contato comigo também por e-mail.

Esta coluna é de responsabilidade de Wellington Santos Cinelli, geógrafo, mestre em Arquitetura Paisagística e assistente técnico em desenho do INEA ([email protected]). Wellington é colaborador do eFloraWeb e da área PREMIUM do eFlora (www.eflora.com.br).

 

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